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PCES prende homem investigado por violência doméstica e cárcere privado durante Operação Nacional Mulher Segura

Publicado em: 20/08/2026 11h49 - Atualizado em: 20/08/2026 11h49
PCES prende homem investigado por violência doméstica e cárcere privado durante Operação Nacional Mulher Segura

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Vitória, com apoio da Superintendência de Polícia Interestadual e de Capturas (SUPIC) e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), cumpriu, nessa terça-feira (18), mandado de prisão preventiva contra um homem de 19 anos, investigado por lesão corporal e cárcere privado qualificado, no contexto de violência doméstica e familiar. A ação ocorreu no bairro Ilha dos Ayres, em Vila Velha, durante a 4ª fase da Operação Nacional Mulher Segura 2026.

 

A ordem judicial foi expedida pela 1ª Vara Especializada em Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Vitória. Na mesma data, as equipes cumpriram mandado de busca e apreensão na residência do investigado, no Morro do Quadro, em Vitória.

 

As investigações tiveram início no dia 05 quando, após uma equipe da Guarda Civil Municipal de Vitória ser acionada pelo Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes) para comparecer a uma unidade de saúde, localizada no bairro Morro do Quadro. No local, a vítima, uma mulher de 22 anos, procurou atendimento.

 

Em relato apresentado à equipe, a mulher contou que o companheiro teria praticado agressões físicas contra ela e contra sua filha, de 1 ano e 3 meses. Após receber atendimento médico, a vítima foi encaminhada pela Guarda Civil Municipal à DEAM de Vitória, oportunidade em que relatou que mantinha um relacionamento com o investigado havia cerca de três meses e que a filha é fruto de um relacionamento anterior. Segundo ela, as agressões teriam sido motivadas pelo fato de ter levado a criança para encontrar o pai. Ainda conforme o relato, o investigado teria tomado conhecimento de que o pai da criança seria ligado a um grupo criminoso rival.

 

A vítima informou ainda que as agressões continuaram no dia seguinte, e evoluíram para cárcere privado, dela e da filha, e que somente conseguiu deixar o local sob a justificativa de que precisava de atendimento médico e, ao chegar à unidade de saúde, pediu ajuda.

 O investigado foi conduzido à autoridade policial e após os procedimentos de praxe, encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

 

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